2013 – Ano Um

Meu conto inédito “A Imagem do Homem” foi selecionado para a antologia2013 – Ano Um, uma iniciativa das editoras Ornitorrinco e Literata.

Segue abaixo a lista de todos os escolhidos para a antologia:

Paulo Froda (Projeto Olimpo)
Daniel Tréz (Irmãos do Espírito)
A. Z. Cordenonsi (A Rapineira)
Carlos Relva (A Imagem do Homem)
Josué Oliveira (Reino)
João Rogaciano (Sempre o Sol)
Marcelo Bigheti (O Retorno)
Sandro Quintana (Os Filhos do Dragão)

Todos os contos trazem visões de um mundo pós-apocalíptico.

Nossos trabalhos se juntarão aos dos autores convidados:

Roberto de Sousa Causo
Gerson Lodi-Ribeiro
Tibor Moricz
Ana Lúcia Merege
Ademir Pascale
Duda Falcão
Adriano Siqueira

Meu parabéns a todos os escritores selecionados para a antologia! :)

A antologia “2013 – Ano Um” é organizado por Alícia Azevedo e Daniel Borba.

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Space Girl

Videoclipe com imagens de filmes e séries de Sci-Fi. Uma homenagem às mulheres do espaço! Música do The Imagined Village.

Dica de Paulo R. C. Barros.

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Click Play – Itaú Cultural

Todo sábado, ministramos as oficinas Click Play no Itaú Cultural. Os alunos fazem uma releitura da obra de Leonilson através de animações stop motion. Vejam os trabalhos já produzidos no canal do Itaú Cultural no YouTube, clicando AQUI:

Leonilson é um artista representativo dos anos 1980. A exposição Sob o Peso dos Meus Amores apresenta mais de 300 obras de sua autoria.

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A Montanha

Vídeo realizado com as imagens registradas pelas câmeras do fotógrafo Terje Sorgjerd. Ele tirou 16.500 fotos, sempre em intervalos de 1 minuto. Um trabalho impressionate!

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Lançamento duplo

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Separados no nascimento – parte 10


Esquerda: uma das artes conceituais da Rainha Borg de “Jornada nas Estrelas” (Star Trek): “Resistir é inútil”.
Direita: Sil de “A Experiência” (Species, 1995), Natasha Henstridge tentou resistir a mutação mas foi inútil.

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Assembleia Estelar

Release enviado por Marcello Branco:

Assembleia Estelar: Histórias de Ficção Científica Política, Marcello Simão Branco, organização e introdução. Capa de Vagner Vargas. São Paulo: Devir Livraria, selo Pulsar, dezembro de 2010, 408 páginas. ISBN: 978-85-7532-453-0. Preço: R$ 39,90.

Com histórias de Bruce Sterling (Estados Unidos), Ursula K. Le Guin (EUA), Fernando Bonassi, Orson Scott Card (EUA), André Carneiro, Henrique Flory, Flávio Medeiros Jr., Ataíde Tartari, Daniel Fresnot, Carlos Orsi, Roberto de Sousa Causo, Miguel Carqueija, Luís Filipe Silva (Portugal) e Roberval Barcellos.

Se é verdade que a ficção científica está mais associada aos temas da exploração do espaço, seres extraterrestres, viagens no tempo ou realidade virtual, ela também possui uma ampla relação com a política. A começar pela presença em narrativas utópicas que idealizaram civilizações mais virtuosas, posteriormente na presença de assuntos políticos nos enredos das histórias contemporâneas de FC, especialmente aquelas que exploram novas utopias, distopias ou sociedades alternativas, mas também especulações sobre a realidade social e política, tratando das instituições da democracia, da globalização e dos conflitos internacionais.

Assembleia Estelar
é uma antologia inédita neste tema no Brasil, e desenvolve essa relação de afinidade sublinhando que a extrapolação sobre as formas de organização política, além de estar na gênese do gênero, tem muito a ser explorada. Esta é a principal intenção através de quatorze contos, com a presença de autores como os norte-americanos Bruce Sterling, Orson Scott Card e Ursula K. Le Guin, esta com seu conto “O Dia Antes da Revolução”, vencedor do Prêmio Nebula 1974. Além deles, Luís Filipe Silva, Daniel Fresnot, André Carneiro, Fernando Bonassi, Carlos Orsi, Ataíde Tartari, Miguel Carqueija, Henrique Flory, Flávio Medeiros Jr., Roberto de Sousa Causo e Roberval Barcellos contribuem com interpretações ficcionais de cenários históricos, sociedades ideais ou de pesadelo, investigações sobre configurações e efeitos das instituições políticas, além de possíveis guerras no futuro.

Sobre Assembleia Estelar:

“A ficção científica é o mais político dos gêneros literários: seus temas privilegiados são a opressão e a resistência, a guerra, as diferentes modalidades do exercício do poder ou a relação entre o ser humano e o meio ambiente. Os contos deste volume falam de eleições e parlamentos, de estadistas e de ditadores, de guerrilheiros e senadores. Mas falam, principalmente, de mundos alternativos, de realidades possíveis que não se realizaram. Partilham a convicção de que, longe de ser destino, a sociedade humana é fruto das escolhas que seus habitantes fazem.” — Luis Felipe Miguel, Professor de Ciência Política da Universidade de Brasília.

“Marcello Simão Branco organizou uma antologia com histórias variadas e interessantes, ressaltando mais a política brasileira em vez da estrangeira, já que constam três autores norte-americanos (Le Guin, Card e Sterling), entre eles, os mais conscientes de diferenças culturais e conhecedores da cultura brasileira ou latinoamericana. O restante dos autores estão mais sensibilizados sobre a condição do gênero no Brasil. Com os temas da redemocratização no Brasil, mundos distópicos, histórias alternativas, caos urbano, o consumismo, a tecnologia, Assembleia Estelar tem tudo para repercutir e provocar variados debates tanto para o leitor experiente, como para o iniciante do gênero.” — M. Elizabeth Ginway, autora de Visão Alienígena: Ensaios Sobre Ficção Científica Brasileira e Professora Associada na Universidade da Flórida, em Gainesville.

Devir Livraria: “Líder em ficção científica, fantasia e horror”
Rua Teodureto Souto, 624 – Cambuci – São Paulo-SP, CEP 01539-000
Fone: (0__11) 2127- 8787 – horário comercial
Mais informações: marialuzia.devir@gmail.com
Visite o nosso site: www.devir.com.br

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Dançaremos esquisito

No futuro dançaremos esquisito. Pelo menos é o que prevê alguns filmes de ficção científica. É de sentir vergonha alheia…

Do filme Raumpatrouille – Die phantastischen Abenteuer des Raumschiffes Orion, de 1966:

Raquel Welch e a dança da garota do espaço:

Episódio da série “Buck Rogers“:

Mas nosso pobre planeta já está acostumado, há muito, com dancinhas esquisitas. Por exemplo, a dança do acasalamento da série “A Família Dinossauro“:

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Seven Days

Muito legal essa série! Eu assistia na Band.

Infelizmente, acho que Seven Days nasceu um pouco antes do tempo, pré 24 Horas. Se tivesse surgido na safra de Lost, Battlestar Galactica, Heroes e do “dia mais difícil na vida de Jack Bauer”, teria sobrevivido mais. Penso o mesmo de Odyssey 5.

A equipe

Tenente Frank Parker e doutora Olga Vukavitch, o par romântico (ou tensão sexual)

Frank Parker pronto para mais uma viagem no tempo

Mas havia um paradoxo (ou erro de roteiro) em Seven Days nunca explicado: porque o herói, o tenente Frank Parker, não se encontrava com ele mesmo no passado? Aliás, o que acontecia com as pessoas da realidade “presente” quando o “passado” era mudado? Surgiu uma nova linha temporal ou a mesma linha era mudada e ninguém se lembrava? Como Parker era remunerado se o serviço dele não podia ser mensurado?

Também comentava-se na série que a tecnologia de viagem no tempo era alienígena. Mas isso nunca foi explorado ou aprofundado nos episódios, acredito eu.

Aproveitando: a nova edição do PodEspecular, que nesta edição trata de livros sobre viagens no tempo, cita Seven Days:
http://podespecular.com.br/podcast/archives/439

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Mandy, a imperadora-deusa

Mandy, a Tirana“, episódio de “As Terríveis Aventuras de Billy e Mandy“: num futuro distante Mandy alcança a imortalidade fundindo seu corpo ao de uma minhoca, tornando-se a opressora senhora de todo o universo. Por motivos obscuros, ela mantém clones de seu antigo amigo Billy como companhia. Quando um clone comete um erro é substituído imediatamente por uma cópia.

De sua fortaleza, Mandy passa os milênios supervisionando a mina de canela. A substância, que lhe proporciona grande poder, é extraída por exaustos trabalhadores-escravos. Ela também procura desmantelar a rebelião que planeja acabar com seu governo tirânico.

Lembrou alguma coisa?

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