
Há algum tempo, assisti um longa-metragem chamado Gengis Khan, produzido em 1965. O filme, que ganhei de Paulo R. C. Barros, além da boa produção, tem atores de peso: Omar Sharif (como Genghis Khan), Telly Savalas, James Mason, entre outros.
E qual minha surpresa quando percebi certas coincidências (lê-se plágios) entre o Gengis Khan de 65 e o Conan de 82.
Vou citar algumas:
1 – Em Genghis Khan, o próprio mongol assiste ainda criança a destruição de sua tribo pelas mãos de seus inimigos. Conan também.
2 – Escravo, Genghis Khan ganha como castigo uma roda/coleira de madeira no pescoço. Essa punição evita que o pequeno mongol fuja, mas, com o tempo, contribui para seu desenvolvimento físico. Como sabemos, uma roda também ajudou Conan a ficar fortinho.
3 – Khan tem um cunhado chamado Subotai, um verdadeiro e fiel amigo. Assim como o Subotai de Conan.
4 – Khan tem outro amigo chamado Geen, um mago meio canastrão que também é o narrador da história. Assim como o mago de Conan, interpretado pelo ator Mako. Além disso, ambos os magos levam seus “heróis” para um local de rochedos onde “só espíritos e fantasmas habitam”.
Hum, coincidências demais, hein?
Sem contar a trilha sonora. A de Genghis Khan parece uma versão simplificada da trilha magnífica de Conan. Às vezes a cópia sai melhor que o original!
Entretanto, do ponto onde Khan conhece os chineses, os dois enredos começam a divergir. Em Genghis Khan um pequeno escravo acaba se tornando um grande conquistador. No outro, um pequeno bárbaro se torna um grande bárbaro… o que não é uma mudança muito significativa.
Talvez porque Khan leu “Mongol Rico, Mongol Pobre”, tornando-o um grande empreendedor e proprietário de terras, e os cimérios não tivessem nenhum livro semelhante.
Mas essa é uma outra história a ser contada…






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