Arquivo do mês: julho 2009

Jarre 60 Anos, última etapa

Esta é sua última chance de conhecer a exposição Luzes e Cores de um Maestro: 60 anos de Jean Michel Jarre, que está em sua oitava e última etapa. A exposição é uma das de maior duração já feitas em homenagem ao músico francês e já esteve em exibição na Livraria Francesa, na Aliança Francesa do Brooklin, na Aliança Francesa do Butantã, na Aliança Francesa de Santos, na Saraiva MegaStore do Shopping Morumbi, na Livraria Cultura do Bourbon Shopping Pompéia, na Livraria da Vila da Fradique Coutinho e, agora, no Espaço Cultural Golden Light Business Tower!

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Da esq. para dir.: Renato Mundt, curador da exposição e Carlos Relva

Luzes e Cores de um Maestro apresenta os belos painéis fotográficos com trabalhos do belga Jacques de Selliers, retratando performances musicais de Jarre.

O curador do evento é Renato Mundt, fã do trabalho de Jean Michel Jarre e autor do livro O Homem que Faz a Luz Dançar. O projeto visual da exposição foi desenvolvido por Carlos Relva e a produção é de Cristóvão Wieliczka da Echo Promoções Artísticas.

A exposição Luzes e Cores de um Maestro: 60 anos de Jean Michel Jarre pode ser vista até 21 de agosto no Espaço Cultural Golden Light Business Tower (Condomínio Golden Light Business Tower). O endereço é Rua Pedroso Alvarenga, 1.046 – Térreo – Itaim-Bibi – São Paulo.

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Separados no nascimento – parte 7

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Esquerda: Darth Vader, cujo filho, Luke Skywalker, nunca foi para o Lado Obscuro.
Direita: Satan Goss, cujo filho, MacGaren, nunca saiu do Lado Obscuro.

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Virtuality

Virtuality

Apreciei o tratamento visual dado a Virtuality, o piloto de uma nova possível série de ficção científica de Michael “Battlestar Galactica” Taylor. A ambientação da nave e o desenvolvimento dos personagens faz lembrar uma versão melhorada de Sunshine – Alerta Solar (Sunshine – 2007).

Infelizmente, a primeira parte do filme é extremamente truncada e cansativa, devido às constantes inserções de vinhetas fictícias da FOX e reportagens da tripulação da nave para os telespectadores na Terra. Essas inserções se misturam e entrecortam a história principal a todo instante e, ao invés de trazer dinamismo, proporcionam confusão e ruído… O virtuosismo gráfico de Howard Chaykin nos quadrinhos, em particular em American Flagg, e do cineasta Paul Verhoeven em RoboCop foram novamente imitados em Virtuality, mas sem o mesmo sucesso.

Virtuality

Mas, após quase quarenta minutos de filme, no momento da discussão no refeitório entre as personagens Alice Thibadeau e Sue Parsons, a coisa começa a pegar ritmo! E o final, apesar de um pouco óbvio, ficou também interessante.

Com este saldo positivo, e apesar da audiência do piloto não ter sido essas coisas, eu torço para que a série seja aprovada pela FOX.

Curiosidade (com spoiler): além de Sunshine, a trama de Virtuality me fez lembra uma história da Marvel, publicada no Brasil na extinta revista Premiere Marvel dos anos 80: Caçador 3000 (Seeker 3000).

Caçador 3000

O vilão, Jason, que manipula para proveito próprio o projeto genético de colonização de uma nova Terra, acaba sofrendo um acidente fatal. Entretanto, sua memória é virtualmente guardada no computador principal da nave. Algo parecido com o que acontece com o comandante Frank Pike de Virtuality, não?

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Viagem à Lua em tempo real

Simplesmente fantástico:

moon

E você recebe um certificado no final!

Dá até uma falsa sensação que o futuro ficou para trás…

Que as missões para Marte venham logo!

(Dica de Paulo R. C. Barros)

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