Seven Days

Muito legal essa série! Eu assistia na Band.

Infelizmente, acho que Seven Days nasceu um pouco antes do tempo, pré 24 Horas. Se tivesse surgido na safra de Lost, Battlestar Galactica, Heroes e do “dia mais difícil na vida de Jack Bauer”, teria sobrevivido mais. Penso o mesmo de Odyssey 5.

A equipe

Tenente Frank Parker e doutora Olga Vukavitch, o par romântico (ou tensão sexual)

Frank Parker pronto para mais uma viagem no tempo

Mas havia um paradoxo (ou erro de roteiro) em Seven Days nunca explicado: porque o herói, o tenente Frank Parker, não se encontrava com ele mesmo no passado? Aliás, o que acontecia com as pessoas da realidade “presente” quando o “passado” era mudado? Surgiu uma nova linha temporal ou a mesma linha era mudada e ninguém se lembrava? Como Parker era remunerado se o serviço dele não podia ser mensurado?

Também comentava-se na série que a tecnologia de viagem no tempo era alienígena. Mas isso nunca foi explorado ou aprofundado nos episódios, acredito eu.

Aproveitando: a nova edição do PodEspecular, que nesta edição trata de livros sobre viagens no tempo, cita Seven Days:
http://podespecular.com.br/podcast/archives/439

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Arquivado em Comentários, Ficção científica, Memórias

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