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Seven Days

Muito legal essa série! Eu assistia na Band.

Infelizmente, acho que Seven Days nasceu um pouco antes do tempo, pré 24 Horas. Se tivesse surgido na safra de Lost, Battlestar Galactica, Heroes e do “dia mais difícil na vida de Jack Bauer”, teria sobrevivido mais. Penso o mesmo de Odyssey 5.

A equipe

Tenente Frank Parker e doutora Olga Vukavitch, o par romântico (ou tensão sexual)

Frank Parker pronto para mais uma viagem no tempo

Mas havia um paradoxo (ou erro de roteiro) em Seven Days nunca explicado: porque o herói, o tenente Frank Parker, não se encontrava com ele mesmo no passado? Aliás, o que acontecia com as pessoas da realidade “presente” quando o “passado” era mudado? Surgiu uma nova linha temporal ou a mesma linha era mudada e ninguém se lembrava? Como Parker era remunerado se o serviço dele não podia ser mensurado?

Também comentava-se na série que a tecnologia de viagem no tempo era alienígena. Mas isso nunca foi explorado ou aprofundado nos episódios, acredito eu.

Aproveitando: a nova edição do PodEspecular, que nesta edição trata de livros sobre viagens no tempo, cita Seven Days:
http://podespecular.com.br/podcast/archives/439

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Virtuality

Virtuality

Apreciei o tratamento visual dado a Virtuality, o piloto de uma nova possível série de ficção científica de Michael “Battlestar Galactica” Taylor. A ambientação da nave e o desenvolvimento dos personagens faz lembrar uma versão melhorada de Sunshine – Alerta Solar (Sunshine – 2007).

Infelizmente, a primeira parte do filme é extremamente truncada e cansativa, devido às constantes inserções de vinhetas fictícias da FOX e reportagens da tripulação da nave para os telespectadores na Terra. Essas inserções se misturam e entrecortam a história principal a todo instante e, ao invés de trazer dinamismo, proporcionam confusão e ruído… O virtuosismo gráfico de Howard Chaykin nos quadrinhos, em particular em American Flagg, e do cineasta Paul Verhoeven em RoboCop foram novamente imitados em Virtuality, mas sem o mesmo sucesso.

Virtuality

Mas, após quase quarenta minutos de filme, no momento da discussão no refeitório entre as personagens Alice Thibadeau e Sue Parsons, a coisa começa a pegar ritmo! E o final, apesar de um pouco óbvio, ficou também interessante.

Com este saldo positivo, e apesar da audiência do piloto não ter sido essas coisas, eu torço para que a série seja aprovada pela FOX.

Curiosidade (com spoiler): além de Sunshine, a trama de Virtuality me fez lembra uma história da Marvel, publicada no Brasil na extinta revista Premiere Marvel dos anos 80: Caçador 3000 (Seeker 3000).

Caçador 3000

O vilão, Jason, que manipula para proveito próprio o projeto genético de colonização de uma nova Terra, acaba sofrendo um acidente fatal. Entretanto, sua memória é virtualmente guardada no computador principal da nave. Algo parecido com o que acontece com o comandante Frank Pike de Virtuality, não?

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Parafraseando Mundt

parafraseandomundt

O site de meu amigo Renato Mundt inaugura uma nova seção: Parafraseando Mundt.

Nessa seção, este ser que vos escreve comenta alguma postagem do próprio Mundt, mas por uma ótica particular.

No primeiro post, parafrasiei seu texto de abertura “Antes de qualquer coisa, quero deixar claro meu protesto contra a tradução brasileira do filme Alien (1979). De onde foram tirar esse título Alien o 8º Passageiro?”, onde critica a omissão do gato Jones como um passageiro também, sendo então o alienígena o 9º passageiro.

No meu artigo eu pioro a coisa, afirmando que o alienígena não é o 8º ou o 9º passageiro e sim o 1º passageiro (os demais ocupantes da nave Nostromo seriam “tripulantes”!).

Acessem o meu artigo em:
http://www.renatomundt.com/?p=102

E boa leitura!

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Cadê?

Este ano está um desânimo…

Primeiro era para o LHC destruir a Terra, e nada… nem um buraquinho negro.

Agora os discos voadores não vem…

Só falta o Papai Noel não aparecer no Natal!

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Contagem regressiva para o fim do mundo?

Faltam 13 dias para a ativação do LHC (ou Grande Colisor de Hádrons, em bom português)…

Acompanhe a angustiante contagem regressiva aqui.

Será que o mundo vai acabar e a gente não vai saber o que realmente aconteceu em Lost?

Sacanagem!

Bem que poderiam ativar o LHC depois da 6ª temporada, né?

[ATUALIZADO: Ué, cadê o fim do mundo? Aliás, cadê o site LHCountdown com a contagem regressiva? Está fora do ar? Pelo jeito, ao menos para o LHCountdown, o mundo acabou realmente…]

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Do Espaço Sideral

Um dos episódios de Arquivo X que mais gostei foi “Do Espaço Sideral” (Jose Chung’s From Outer Space).

Há uma resenha aqui:

O episódio é uma sátira a temas absurdos relacionados a Ufologia, inclusive alguns do próprio seriado!

Interessante que o personagem do título, Jose Chung, também participou de um episódio de Millennium. Nesse episódio ele morre nos braços de Peter Watts (interpretado por Terry O’Quinn, o Locke de Lost), mas sem antes fazer um simpático comentário sobre o bigodinho dele! Esse episódio por sua vez satiriza descaradamente a Cientologia e também é um dos melhores momentos de Millennium.

E por falar em Terry O’Quinn, ele participou inexplicavelmente do longa-metragem Arquivo X, como o tenente Brian Tillman. Digo “inexplicavelmente” porque Arquivo X e Millennium sempre “flertaram”, obviamente por serem criações de Chris Carter, e Terry O’Quinn interpretou papéis diferentes em cada um…

Como isso é possível?

O que aconteceria se o tenente Brian Tillman encontrasse Peter Watts? O que aconteceria se Fox Mulder mostrasse uma foto de Tillman para Frank Black?

Acho que O’Quinn está sempre envolvido em paradoxos! 🙂

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O que aconteceu com Evelyn Carnahan?


Fiquei chateado ao saber que Rachel Weisz não voltaria ao papel de Evelyn Carnahan O’Connell em “A Múmia – A Tumba do Imperador Dragão”, a segunda seqüência da franquia iniciada em 1999.

Bom, pelo menos poderiam ter escolhido outra atriz para o papel que foi de Weisz nos dois primeiros filmes. Não que eu tenha algo contra Maria Bello, mas ela não tem nada a ver com a Evelyn Carnahan que conhecemos!

Weisz fez uma personagem doce e “falsamente frágil” que era divertido de ver. Pelo que podemos notar nos trailes do novo filme, Bello não transmite a mesma “doçura”.   

Querem uma sugestão de atriz que poderia ocupar melhor o papel que foi de Rachel Weisz? Carla Gugino

Ou será que ela está com a agenda cheia?

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