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Black Rocket 3

Perdidos no continuum interdimensional por quase um ano, a tripulação da Black Rocket finalmente conseguiu encontrar as coordenadas de regresso para a nossa realidade. E isso a tempo de preparar esta edição natalina para você!

São seis contos ambientados em épocas diferentes do Natal: dois no passado, dois no presente e dois no futuro.

Embarque mais uma vez na Black Rocket, tenha uma ótima leitura e um Feliz Natal!

Nesta edição:

VOLTAR A DORMIR
por Leonardo Carrion
Em uma distante e isolada terra gelada, um homem da ciência se vê confrontado por mistérios que nunca imaginou existir.

EMANUEL
por Ubiratan Peleteiro
As dúvidas de um homem comum e as necessidades de um ser alienígena se embatem no dia que seria comemorado por muitas nações.

TRÊS INIMIGOS, UM DESTINO
por Aguinaldo Peres
Três homens de nações inimigas, fazendo de tudo para matar um ao outro, tornam-se sem querer personagens insuspeitos de um dos maiores acontecimentos da raça humana.

O MECANISMO
por Charles Dias
A herança maldita de um mundo destruído cai nas mãos de um grupo terrorista que deseja usá-la para causar, no dia de Natal, o maior atentado terrorista da história da humanidade.

MILAGRES ACONTECEM
por Carlos Relva
No planeta Marte, em uma época de pouca esperança e muito medo de uma grande guerra entre mundos irmãos, o espírito de Natal se revela através de uma entidade consciente de realidade virtual.

PULSO
por Joshua Falken
Muitos anos após parte da população terrestre ter sido vitimada por uma estranha anomalia transmitida via satélite, um homem se vê diante de um velho amor que agora é muito mais do que um dia foi.

Black Rocket 3:
http://www.4shared.com/file/178705268/8b6ac87d/black_rocket03.html

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Baixem também (clique com o botão direito e depois em “salvar como”):

Black Rocket 1:
http://www.scarium.com.br/efanzines/black_rocket/black_rocket01.pdf

Black Rocket 2:
http://www.scarium.com.br/efanzines/black_rocket/black_rocket02.pdf

Amigo Secreto Literário de Natal 2007:
http://www.scarium.com.br/efanzines/amigo_secreto/amigo_secreto_2007.pdf

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Para saber mais:
http://www.black-rocket.blogspot.com

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Black Rocket 2

Black Rocket 2

Demorou, mas saiu o segundo número da Black Rocket, com trabalhos dos seis participantes da primeira edição e contos de três leitores da revista!

São 104 páginas!

Link para download gratuito (3,265 MB): http://www.black-rocket.blogspot.com

Nesta edição:
 
UM DRINQUE PARA O INFERNO
por Aguinaldo Peres
Em um mundo devastado por uma peste impiedosa, um homem arrisca tudo em nome de uma missão muito pessoal.
 
OURO DE TOLOS
por Carlos Relva
Quando um repórter incrédulo encontra um pirata beberrão em um bar de estação espacial, tudo pode acontecer, inclusive a descoberta de um grande e assustador segredo…
 
AS SEMENTES DA DESTRUIÇÃO
por Charles Dias
Em algum lugar perdido no extremo norte da Europa, um segredo do passado, enterrado em uma tumba misteriosa, pode ser a chave para a conquista do mundo pela Alemanha nazista de Hitler.
 
RASTREABILIDADE
por Joshua Falken
Quando o presente e o futuro se tocam de maneira imponderável, coisas muito estranhas podem ocorrer, até uma improvável troca de presentes. Se é que podem ser chamados assim…
 
UM SÉRIO ESTUDO SOBRE O RISO
por Leonardo Carrion
Num Brasil alternativo fatos estranhos acontecem, mortes inexplicáveis, lutas em becos escuros, tudo em nome de um segredo que não pode ser revelado, jamais…
 
O LEGADO
por Ubiratan Peleteiro
Em um universo onde a guerra se tornou parte integrante da expansão estelar, conceitos mudam, valores são outros, e o que se leva das lutas é muito mais que simples lembranças e pesadelos.
 
A HERANÇA
por Marcelo Jacinto Ribeiro
Muitas vezes o passado assombra o presente, outras vezes pode ser a única esperança para todo um povo, para toda uma espécie, a solução para um grande problema.
 
TRAIDORES DIANTE DE UM ESPELHO
por Marcos Vilela
Nem um mundo vigiado e monitorado está livre de complôs, ameaças, planos, esquemas e traições, e muitas vezes a arma da destruição pode ser algo muito, muito simples.
 
POSTO 7
por Pablo Casado
No futuro poucas coisas surpreenderão as pessoas, o que hoje nos parece impossível será algo comum, o que nos maravilha passará despercebido. Mas algumas coisas nunca mudam.
 
E ainda: duas matérias de Edgar Indalecio Smaniotto, DOIS EXEMPLOS DE FC HARD BRASILEIRA e O HOMEM QUE VIU O DISCO VOADOR.

Para saber mais:
http://www.black-rocket.blogspot.com
http://www.scarium.com.br/efanzines/category/black-rocket

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O poder não corrompe. O poder atrai os malditos Harkonnens!

frankherbert.jpg

Visitei pela primeira vez o blog Human 2.0 e já cometi um Ctrl+C/Ctrl+V de cara!

O post mostra um vídeo com Frank Herbert falando de seu grande romance de ficção científica Duna. Seguem o texto de Jacques Barcia que tirei do blog e o vídeo do YouTube:

“Vídeo curtinho, mas excelente, no qual o mestre Frank Herbert fala um pouco sobre Duna. Um trecho: ‘Líderes têm seus erros ampliados pelo número de pessoas que os seguem sem questionamentos. E líderes carismáticos tendem a construir estruturas de poder e estas estruturas de poder tendem a ser tomadas por pessoas corrompíveis. Não acredito que o velho ditado poder absoluto corrompe absolutamente esteja correto. Eu acredito que poder atrai os corrompíveis’.”

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Black Rocket 1

Já está disponível a primeira edição da Black Rocket, revista de ficção científica em formato digital! O projeto foi desenvolvido por escritores da lista Fábrica dos Sonhos.

black-rocket.jpg

Nesta edição:
 
O FANTASMA DA DOCA 6
por Aguinaldo Peres
Havia alguma coisa de muito estranho na doca 6, algo que por quase dois séculos escapou ao entendimento de humanos e robôs. O que estaria causando aquelas anomalias, aqueles sons estranhos, aqueles alertas sem motivo aparente? O que há de tão estranho na doca 6?
 
ROBBY
por Carlos Relva
Um robô pode amar? A paixão pode encontrar morada em um peito de engrenagens e circuitos? Cientistas dizem que não, estudiosos dizem que sim. O que realmente importa é que aquele robô acreditava que amava e lutaria para defender seu objeto de adoração, nem que para isso precisasse matar.
 
DEMÔNIOS DO PASSADO
por Charles Dias
Em um mundo que começa a esquecer seu passado sangrento e violento, a esperança convive com a devastação, a prosperidade se sobrepõe a velhos pecados de guerra. Nesse mundo de contrastes, uma mulher, acostumada a apagar o passado em nome do futuro, terá de se confrontar com seu maior pesadelo.
 
A SOLUÇÃO POR UM FIO
por Joshua Falken
Dizem os cientistas-poetas que o universo é um grande espetáculo, e que os astros dançam balé obedecendo às notas da sinfonia das equações matemáticas, sob o comando das leis da física. Para uma nave condenada, a única possibilidade de salvação é participar desse espetáculo de titãs.
 
CIDADE SUSPENSA
por Leonardo Carrion
No mundo de Mada, viver nas alturas é algo comum, mas não para ele, e por isso sofria. Por amor a Have, teria de fazer uma jornada ao desconhecido, onde nenhum outro guerreiro ousara ir. Somente a descoberta do que há abaixo da linha das nuvens permitirá que ele também se torne um guerreiro e merecedor de sua amada.
 
O MERCENÁRIO E O ABISMO
por Ubiratan Peleteiro
Um homem atormentado por seu passado desce às profundezas do mar para mais um trabalho. Quando finalmente chega ao seu destino, encontra algo que nunca pensaria ver naquele lugar, e finalmente tem a chance de acertar as contas e redimir seus pecados.
 
BLACK ROCKET – Revista de Ficção Científica
Download gratuito (3,186 MB) no blog:
http://www.black-rocket.blogspot.com/

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Spacey-Noises

Meu amigo Paulo R. C. Barros, publicitário e artista digital, já produziu diversas “vídeo artes”, muitas disponibilizadas no YouTube. E a partir de seu trabalho “Spacey-Noises” convidou o escritor Georges Bormand a desenvolver um mini-conto.

Acho que o resultado ficou muito bom!

Veja a “vídeo arte”:


 
Para baixar o vídeo clique aqui!

A seguir, o mini-conto desenvolvido por Georges Bormand em quatro versões: português, inglês, espanhol e francês: 
 
Spacey-Noises
Quem disse que no espaço não se ouve nenhum ruído? Isso é verdade, evidentemente, para quem se encontra no vácuo, do lado de fora da nave. Mas dentro da nave, quando ela avança a milhares de quilômetros por segundo, a fricção dos insignificantes átomos de hidrogênio contra as paredes da nave é suficiente para produzir um sibilo contínuo que toma conta do interior da cabine.
 
Toda vez que a nave acelera, o ruído fica mais estridente; para não falar dos encontros com nuvens mais ou menos densas de outros átomos É uma música pungente; não teria sido isso, aliás, que Huygens enalteceu como “a música das esferas”?
 
Alguns astronautas não a toleram, e é preciso abafá-la com sua música favorita, a tocar sem trégua durante toda a viagem; eu a adoro, é a trilha sonora de minhas viagens espaciais e, quando não estou voando, sinto falta dela. A mais leve alteração sonora de freqüência ou amplitude é capaz de me despertar.
 
Registrei alguns minutos de sons particularmente encantadores (é a minha percepção, dispenso comentários) e as imagens que lhes correspondem nos monitores de controle da nave.
 
Quando ponho-os para tocar, algumas pessoas se apiedam de mim e perguntam:
“Como você consegue suportar esse barulho infernal durante uma viagem inteira?”
 
Tenho pena delas, incapazes que são de reconhecer o belo. Pobres diabos.
 
Devo dizer que o vôo durante o qual registrei esses minutos não foi dos mais fáceis; o foguete quase colidiu com um gigantesco asteróide; quando falo de tirar um fino, devo precisar que passei a cerca de dez quilômetros dele; mas a dez quilômetros da parte rochosa estamos numa zona onde a concentração de moléculas de gás é cem vezes maior do que no vácuo ordinário, e o concerto proporcionado pela saraivada de choques contra as paredes da nave foi proporcional a esse adensamento. Ao todo, entre as medidas necessárias para evitar a colisão quando constatei o perigo e as correções de trajetória para compensar os dois desvios – um para contornar o asteróide e o outro causado por sua atração -, foram horas de grande apreensão; de modo que esse registro me lembra também da atenção imprescindível em cada vôo.
 
Além disso, está na hora de concentrar toda minha atenção no vôo de agora, antes que aconteça um acidente porque estou aqui conversando despreocupadamente com vocês…
 
Spacey-Noises
Who said that in space one doesn’t hear any noise? It’s true for one who is in the real void, of course, out of the spatial ship. But inside the ship, when it runs at thousands of kilometers per second, the rubbing of tiny atoms of hydrogen against the sides of the ship suffices to produce a permanent whistling which fills the cabin.
Every time the ship accelerates, the noise becomes shriller; not counting encounters with more or less dense clouds of various atoms. It is a lancinating music; isn’t it, really, what eulogized Huygens as “the music of spheres”?

Some astronauts cannot stand it, and they need to mask it with their favorite music records constantly playing throughout the trip; I love it, it is the music of my voyages in space, and when I am not in flight I miss it. Every change in the sound, in the tone or in the loudness, wakes me up when I am sleeping.

I recorded a few minutes of particularly pretty sounds (it’s my taste, how do you dare to contest it?), and corresponding images from the control screens of the ship.

When I play them, some feel sorry for me and ask: « How can you endure such uproar a whole flight long? »

I feel sorry for them, who are not able to recognize beauty. Poor men.

I must tell that the flight during which I recorded these minutes was not an easy going one ; the rocket nearly crashed on a large asteroid ; when I talk of a near miss, I mean that I passed at about 10 kilometers from the asteroid ; but ten kilometers from the rocky core is a zone where the concentration in gaseous molecules is already more than one hundred times that of the ordinary void, and the concert I owed to the hail of shots against the walls of the ship was proportional to this increasing. In all, between the actions needed to avoid collision when I discovered the danger, and the trajectory corrections to compensate for both deviations, the avoiding moves and the consequences of the meeting, I needed to work many hours; thus the record reminds me also of the needed wariness in every flight.

Besides, it is now time that I put all my attention upon the present flight, before an accident occurs because I am absent-mindedly speaking to you…

Spacey-Noises
¿Quien ha dicho que en el espacio no se oye ningún sonido? Es cierto para uno que esta en el vacío, seguro, pero no lo es dentro de una nave espacial. Cuando la nave corre a miles de kilómetros por segunda, el frotamiento en las paredes de las moléculas de hidrogeno es suficiente para producir un silbido permanente que resuena en toda la nave.

Y el sonido se hace más agudo cada vez que la nave acelera; sin contar los encuentros con nubes más o menos densas de gases o de átomos variados. Es una música lancinante. Quizá es, en cierto modo, la música de las esferas que había prometido Huyghens?

Algunos astronautas no la soportan y la esconden bajo música o sus grabaciones preferidas; pero a mi me gusta, es la música de mis viajes; cuando no estoy en vuelo, la echo mucho de menos. El menor cambio de tono o de amplitud me despierta del sueño más profundo.

He grabado algunos minutos de los sonidos más bellos (a mi entender), así como imágenes de las pantallas de control de la nave asociadas con estos sonidos.

Cuando les muestro, algunos se compadecen de mi: « ¿Como puede usted soportar tal jaleo durante un vuelo entero? »

Yo les compadezco a ellos que no saben como reconocer lo bello. Pobres.

Se debe, con verdad, decir que el vuelo en cual grabé estos sonidos no fue un vuelo muy fácil; el cohete rozó un asteroide muy gran; cuando digo rozó… pasó a unos diez kilómetros del asteroide; pero, a diez kilómetros de distancia del corazón rocoso, la concentración en moléculas gaseosas era ya cien veces mayor que en el vacío “absoluto” y el concierto debido a la metralla golpeando las paredes de la nave fue proporcionalmente acrecentado. Con todo, contando las maniobras para evitar el asteroide cuando lo había descubierto y las necesarias para corregir la trayectoria compensando ambas desviaciones, la de evitar el asteroide y la debida a su atracción, hube de trabajar como un loco durante horas; luego la grabación también me recuerda cuanta prudencia se necesita cada vuelo.

Pero ya es hora de dedicarme al vuelo, antes que ocurra un accidente mientras que os hablo…

Spacey-Noises
Qui a dit que dans l’espace on n’entend aucun bruit ? C’est vrai si on est dans le vide, bien sûr, mais pas dans un vaisseau spatial. Quand le vaisseau file à des milliers de km par seconde, le frottement sur les parois des molécules d’hydrogène suffit à produire un sifflement permanent qui résonne à l’intérieur.
Et à chaque accélération, le bruit devient plus aigu ; sans compter les rencontres avec des nuages plus ou moins denses d’atomes variés. C’est une musique lancinante. Mais n’est-ce pas d’une certaine façon la musique des sphères que vantait Huyghens ?
 
Certains spationautes ne la supportent pas, et la camouflent en passant en permanence leurs enregistrements sonores préférés ; moi je l’aime, c’est la musique de mes voyages ; quand je ne suis pas en vol, elle me manque. Le moindre changement de ton, ou d’amplitude, du son me réveille au milieu de mon sommeil.
 
J’ai enregistré quelques minutes de sonorités particulièrement jolies (à mon goût ; défense de le contester), ainsi que les images des écrans de contrôle de la nef qui étaient associées à ces bruits
 
Quand je les montre, certains me plaignent : « Comment pouvez vous supporter ce vacarme pendant toute la durée d’un vol ? »
 
C’est moi qui les plains de ne pas savoir reconnaître ce qui est beau. Les pauvres.
 
Il faut dire que le vol pendant lequel j’ai fait cet enregistrement n’a pas été de tout repos ; la fusée a frôlé un astéroïde de grande taille ; quand je dis frôlé… je suis passé à moins de 10 km de l’astéroïde ; mais, à 10km de la partie rocheuse, la concentration en molécules gazeuses était déjà plus de cent fois ce qu’elle est dans le vide « absolu », et le concert dû à la mitraille qui heurtait les parois de l’astronef était proportionnellement accru. Tout compris, entre les manoeuvres d’évitement quand l’astéroïde a été repéré et celles de correction de trajectoire pour compenser les deux déviations, celle liée à l’évitement et celle provoquée par la rencontre, j’en ai eu pour plusieurs heures ; alors l’enregistrement me rappelle aussi à la prudence nécessaire dans tout vol.
 
D’ailleurs, il est grand temps que je pense au vol en cours, avant qu’un accident ne se produise pendant que je vous parle…

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Splice, a evolução do terror

“Splice” é um projeto cinematográfico com produção de Guillermo del Toro e direção de Vincenzo Natali. Ao que tudo indica, a trama se centra nos experimentos biológicos de combinação de genes humanos e de outras espécies animais. Provavelmente, os problemas vão começar porque um ou mais experimentos se rebelarão, ou coisa parecida. Pelo menos as imagens produzidas para apresentação do projeto são bastante impactantes. Mostram a evolução de um dos espécimes geneticamente desenvolvido em laboratório, da infância à idade adulta. O filme está previsto para 2009 e tem Adrien Brody e Sarah Polley no elenco.

Splice

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